segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Em busca da felicidade que não existe


A felicidade é o objetivo da busca eterna e universal que vem ocupando a mente humana desde os primórdios da criação. As pessoas podem diferir em suas perspectivas políticas e religiosas, filosofias de vida, perfis psicológicos, cultura e raça, mas todos, sem exceção, querem ser felizes. A felicidade é a meta do pobre e do rico, do erudito e do ignorante, do santo e do pecador, do ateu e do crente, do ascético e do indulgente. É por causa da felicidade que aspirantes espirituais oram, trapaceiros trapaceiam, açambarcadores açambarcam, caridosos entregam-se à caridade, bêbados bebem, ladrões roubam e penitentes se arrependem. Almejando felicidade uns se casam, outros se divorciam, alguns cometem suicídio e outros se tornam homicidas.

E no entanto, a perseguição à felicidade resulta numa tentativa caótica, absurda, infrutífera. Ninguém tem certeza de como alcançá-la. Nenhum ramo de estudo nos trouxe qualquer conhecimento a respeito do segredo da felicidade. A religião enfatiza a salvação e a filosofia, a busca da verdade. Os moralistas falam a respeito do dever e os psicólogos nos pedem que enfrentemos e convivamos com a infelicidade. Os cientistas pouco se importam com nossos sentimentos e os economistas dão valor tão-somente à riqueza e prosperidade. Nenhum deles se dedica ao problema da felicidade.

Em busca da felicidade as pessoas freqüentemente se comportam de forma estranha. Alguns ficam felizes quando os outros estão felizes, alguns são felizes quando os outros são infelizes e existem até mesmo aqueles que são felizes quando eles próprios são infelizes. Uns têm esperança de comprar a felicidade enquanto outros há que tentam usurpá-la do próximo. Há aqueles que buscam alcançar a felicidade através do domínio, pelo poder; outros, no apego às coisas. Desta forma, estamos todos, constantemente, perseguindo a felicidade ao invés de sermos felizes. Não admira, portanto, que nasçamos chorando, vivamos nos lamuriando e morramos frustrados.

Swami Adiswarananda


O cara que escreveu o texto a cima foi muito “feliz” em sua visão e opinião, pois somos pessoas que vivem em busca de uma felicidade que na verdade não existe, achamos que se conquistando coisas iremos alcançar a felicidade, como dizem alguns, o importante é ser feliz.

Na minha opinião Jesus nos deixou umas boas dicas no sermão do monte, coisas do tipo, felizes os pobres de espíritos, os mansos, diz que o negócio é pagar com o bem o mal que recebemos e mais um monte de coisa que vai contra a nossa velha frase, “o importante é ser feliz”.

Jesus não veio pra te fazer ficar sorrindo o tempo todo, ou fazendo você sair por ai dizendo que encontrou a felicidade, pois na verdade o que encontramos em Cristo é sentido para viver sem a “felicidade” que o mundo nos oferece, mas vivermos com a alegria de conhecermos o Deus que nos concede misericórdia e muito amor, mesmo que não mereçamos. A vida não faz sentido sem Cristo, sem fazermos suas ações, sem o imitarmos.

Saiba quem é Cristo, ele não trará e felicidade que você acha que ele tem para oferecer, mas ele te dará razão de viver se começar a imita-lo.


Jackson Vieira

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